O gabinete de Shah batizou dois fundos, o de Calamidades e o de Assistência do Primeiro-Ministro, ambos sustentados por doações voluntárias da população.
Balen Shah, aos 36 anos, aparece confirmado como premiê no site do próprio governo.
O gabinete divulgou o apelo junto com um comunicado de imprensa separado, no mesmo dia.
O apelo não cita número de mortos, prejuízo estimado ou orçamento de reconstrução.
Por que importa: Um governo que pede à população para bancar o socorro confessa o que não consegue sozinho.
As negociações técnicas seguem sobre corredor permanente e mecanismo conjunto de tráfego e segurança, sem que nenhum governo diga quem plantou as minas.
Chanceleres Badr Albusaidi e Abbas Araghchi assinaram o texto em Omã, 25 de agosto de 2026.
Primeiro passo: um corredor de navegação temporário e conjunto através do Estreito de Ormuz.
Segundo passo: um projeto conjunto para limpar as minas deixadas pela 'guerra recente'.
Por que importa: Nenhum dos dois comunicados diz quem lançou as minas que agora ditam o calendário da limpeza.
A mídia estatal iraniana reportou a explosão, descrevendo o navio como infrator sem nomear bandeira ou carga.
O Defapress, veículo ligado ao Estado iraniano, noticiou o incidente em 26 de julho de 2026.
O relato caracterizou o petroleiro como 'infrator', sem especificar qual regra foi violada.
A causa atribuída foi uma mina naval, mas não foi informado quem a teria lançado.
Por que importa: Quando tanto o incidente quanto o narrador são instrumentos do mesmo Estado, o evento já está armado como arma antes da primeira pergunta.
O ataque pode começar dentro de 48 horas, enquanto Kiev pede defesa aérea aos parceiros ocidentais, classificando-a como prioridade máxima.
Forças russas prepararam mísseis para um novo ataque massivo.
Serviços de inteligência preliminares indicam uma janela de até 48 horas, com possibilidade ainda hoje.
Zelenskiy afirma que a defesa aérea é a prioridade máxima e espera compreensão dos aliados.
Por que importa: A fusão de um alerta civil com um pedido de armas em uma única declaração transforma um aviso militar em um teste da logística ocidental.
Todos os 210 veículos aéreos não tripulados, do tipo aeronave, foram abatidos ou interceptados pela defesa aérea de plantão entre 8h e 20h, horário de Moscou, informou o Ministério da Defesa russo.
Os drones foram derrubados sobre as regiões de Belgorod, Briansk, Kaluga, Kursk, Oriol, Rostov, Riazan, Smolensk, Tula, Moscou, Krasnodar e Stavropol, além da Crimeia e das águas dos mares de Azov e Negro.
Cada drone era do tipo aeronave, e não os pequenos quadricópteros de ataque tático, o que aponta para uma barragem maciça de longo alcance.
A escala dos números,210 em um único bloco de 12 horas sobre 14 regiões,representa uma das maiores contagens diárias de interceptações que Moscou já admitiu desde o início do conflito.
Por que importa: Um defensor que abate 210 drones numa única tarde já não guarda uma linha de frente; ele participa de uma maratona de defesa aérea que cobre todo o seu território, e quem ataca impôs o ritmo.
O agradecimento veio em um post no Truth Social onde Trump creditou o primeiro-ministro da Bulgária por resistir à pressão que o Irã dirige a nações que facilitam o alcance militar americano.
Trump nomeou diretamente o primeiro-ministro Radev em um agradecimento público, não em um recado diplomático discreto.
A Bulgária concordou em sediar apoio aéreo dos EUA no momento em que o Irã ameaça retaliar qualquer país que auxilie ataques americanos.
O gesto mostra um membro da OTAN rompendo com o consenso europeu para se alinhar explicitamente à postura de Washington diante do Irã.
Por que importa: Um Estado pequeno que escolhe Washington contra Bruxelas e as ameaças de Teerã não é um gesto; é um cálculo de quem pode protegê-lo, e essa conta sobreviverá a esse tuíte.
Operadores de artilharia e drones destruíram os sistemas não tripulados e dois postos de controle de UAV, informou o Ministério da Defesa russo nesta quinta-feira.
Dez sistemas robóticos foram atingidos em setores não especificados da frente; o ministério divulgou imagens granuladas dos supostos impactos diretos.
Dois postos de controle de drones foram eliminados na mesma série de ataques, numa varredura coordenada contra UAVs.
A frase 'enviados para peças de reposição' é a fanfarraria russa de que as máquinas jamais chegaram aos operadores.
Por que importa: Um exército que divulga cada robô terrestre que abate está fazendo propaganda de um campo de batalha onde sistemas não tripulados já são comuns o bastante para virar motivo de orgulho quando destruídos.
O presidente americano afirmou que aceita a palavra de ambos, lembrou os favores que faz a Pequim e a distinção que mantém entre armar a Ucrânia e armar a OTAN, e avisou que qualquer venda seria péssima para eles.
A garantia de Xi, dada em Pequim, estendeu-se a empresas chinesas, não apenas a órgãos estatais.
Putin fez promessa equivalente apesar da guerra na Ucrânia, que Trump trata como reabastecimento da OTAN, não como venda direta a Kiev.
Trump fechou com um alerta explícito: se algum deles vendesse, seria muito ruim e certamente não do seu interesse.
Por que importa: O post é uma declaração unilateral de que as duas potências mais capazes de armar Teerã renegaram a opção em privado; qualquer arma chinesa ou russa que apareça em mãos iranianas passa a ser um teste à palavra daqueles líderes, não apenas à inteligência americana.
O presidente publicou no Truth Social, sua rede social, que autorizou a liberação de fundos bloqueados do Banco Central iraniano para cobrir os custos dos danos sofridos por embarcações americanas nos choques no Estreito de Ormuz.
Trump escreveu que o dinheiro será tirado diretamente das contas congeladas do Irã, sem aval do Congresso americano ou dos mecanismos internacionais de sanções.
O anúncio ocorre após uma semana de escaramuças navais que deixaram dois petroleiros em chamas e um contratorpedeiro dos EUA com o casco avariado.
Na postagem, o presidente afirmou que eventuais sobras continuarão confiscadas, chamando a medida de 'o preço por atirarem nos nossos navios'.
Por que importa: As reservas congeladas de um Estado hostil viraram um fundo discricionário presidencial, alocado por uma postagem e sustentado exclusivamente pela presença militar, sem respaldo legal.
O presidente americano declarou que qualquer dano a embarcações ou cargas dos EUA será cobrado do "dinheiro iraniano que os Estados Unidos têm em sua posse e controlam".
A nota, publicada na rede Truth Social, estabelece uma responsabilidade financeira ilimitada para Teerã e classifica a medida como "justa e equitativa".
Não há menção a tribunais ou arbitragem: Washington decide unilateralmente o valor da conta e a executa com os ativos que já retém.
Os EUA mantêm bilhões de dólares iranianos congelados, o que transforma o Tesouro americano em credor e executor da sentença ao mesmo tempo.
Por que importa: O princípio é simples, e nenhum tribunal o atenuou: bens congelados se transformam em fundo de indenização unilateral, e a nota fiscal fica em branco.
O presidente declarou os houthis um proxy direto do Irã e prometeu punição militar severa contra Teerã se o grupo atacar de novo, após um ano de calma relativa.
Trump citou dois navios sauditas atingidos por fogo houthi como a violação que encerra o período de moderação.
Ele chamou os houthis de prepostos do Irã, amarrando Teerã diretamente a cada ataque futuro.
O aviso vem após um ano de pausa desde os pesados ataques americanos que mantiveram o estreito quase quieto.
Por que importa: Um presidente que nomeia o proxy e o principal na mesma frase não está fazendo ameaça: está traçando uma linha que faz de cada próximo tiro uma decisão sobre guerra com o Irã.
Os chanceleres da Organização para Cooperação de Xangai reúnem-se às margens do lago Issyk-Kul enquanto as capitais ocidentais monitoram Ormuz e o front ucraniano.
Sergei Lavrov pousou em Cholpon-Ata no dia 23 de julho para o Conselho de Ministros das Relações Exteriores da OCX, informou a chancelaria russa.
A OCX reúne China, Rússia, Índia, Paquistão, Irã e as repúblicas da Ásia Central, bloco que abrange cerca de metade da população mundial.
A pauta não foi divulgada; encontros anteriores trataram de segurança regional, Afeganistão e ampliação do comércio em moedas locais.
Por que importa: Enquanto o Ocidente concentra a atenção em Ormuz e na Ucrânia, Moscou aperta silenciosamente os parafusos institucionais de um clube de segurança que já inclui China, Índia e Teerã.